Foto: hipponotized
Desde a quinta (dia 04), estou com dificuldades para falar devido a uma dor intensa na minha garganta, que me acarretou dores musculares, dores de cabeça, febre, calafrios, náusea, falta de apetite, dificuldade para ingerir alimentos, inclusive líquidos, fraqueza, moleza, dores no pescoço, e sensível diminuição da minha audição (sensação de ouvido entupido).
A princípio, achei que fosse uma virose, uma gripe ou ainda uma crise de rinite, embora não tivesse manifestado nem coriza, nem obstrução nasal, e fiquei tomando medicação caseira à base de chás, analgésico e antitérmico, da noite de quinta até o início da tarde de sexta. A febre cedeu, mas as dores em geral persistiram, e a minha garganta piorou.
Tive que ligar para a escola e comunicar que iria faltar, pois não estava em condições de dar aula e me pediram para levar um atestado médico. Durante a tarde, com meu pai fui à urgência do hospital do meu bairro. A "assistente" da enfermeira que me "atendeu" mediu minha pressão e tirou minha temperatura e disse que estava normal (pressão arterial 10 x 7, sendo que a minha sempre dá 12 x 8). Então, a enfermeira disse que eu nada tinha.
Passei na sala do clínico geral, e este cidadão mal olhou para mim. Além de me negar o atestado médico pela tarde de sexta, só me receitou duas injeções (Dipirona e uma Voltarem) alegando que eu não tinha nada também. Tomei as injeções e logo na saída do hospital, “vi estrelinhas”, tive que me apoiar na moto do meu pai – que me acompanhou – para não cair. Em casa, continuei tomando remédio contra gripe.
Passei na sala do clínico geral, e este cidadão mal olhou para mim. Além de me negar o atestado médico pela tarde de sexta, só me receitou duas injeções (Dipirona e uma Voltarem) alegando que eu não tinha nada também. Tomei as injeções e logo na saída do hospital, “vi estrelinhas”, tive que me apoiar na moto do meu pai – que me acompanhou – para não cair. Em casa, continuei tomando remédio contra gripe.
Hoje, amanheci com os mesmos sintomas, além, é claro, do inchaço na minha veia do braço e a dor na nádega, decorrentes das injeções. Falei novamente com o meu querido noivo pelo telefone e lhe disse que a minha garganta doía muito e que estava com ínguas no meu pescoço, então, ele disse que poderia ser amigdalite e disse para alguém examinar a minha garganta para ver se não tinha “bolinhas”.
Pedi a minha irmã para dar uma olhada e ela disse que tinha várias bolhas brancas. Eu não acreditei e quis ver também, e... ECA! Realmente estou com as dita cujas. É um nojo isso. Nunca vi isso na minha vida antes. Não sabia nem que amigdalite era essa coisa nojenta. Minhas amígdalas estavam super inchadas e cheias de plaquinhas branco-amareladas.
Eu até voltei à urgência do hospital para reclamar com o médico que me receitou as duas injeções, mas, segundo “as normas do hospital”, teria que passar primeiro pela enfermeira inútil que estava no horário de almoço. Não quis esperar e recorri a um farmacêutico. Ele confirmou que eu estou com amigdalite e do tipo bacteriana e me receitou um antibiótico Amoxicilina e um Beserol para poder conseguir ingerir alimentos.
Segundo ele, eu necessitaria de sete dias de repouso absoluto e evitar ao máximo possível falar. Hum! Eu sou professora! É praticamente impossível dar aula sem usar a minha voz. Sem contar que eu nem recebi atestado médico, além de ter que ir trabalhar com isso, vou ter um dia de trabalho descontado.
Depois ainda tem gente que acha ruim quando falo mal desse país. Por causa do médico incompetente, eu poderia ter complicações e ficar pior. É um absurdo, eu ter sido salva pelo meu namorado que nem aqui está. Sorte minha ele ser um nerd. E, amor, um recadinho pra você: nada de beijo na boca (hahahahaha). Que bom que não está aqui agora, né, Dr. L? Te amo! Obrigada por cuidar tão bem de mim.
Kitsune



